MULHERES TÊM MAIS COMPLICAÇÕES DA DIABETES? SIM! SAIBA POR QUÊ!

mulheres e diabetes

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Mulheres e diabetes: fatores hormonais, obesidade e até a saúde da pele afetam o equilíbrio metabólico das mulheres, causando propensão ao desenvolvimento de doenças metabólicas. Entre elas a diabetes. Veja como isso pode afetar você.

 

Os homens têm maior probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2. Porém as mulheres têm maior probabilidade de apresentarem complicações, incluindo doenças cardíacas e renais.

 

Mulheres e diabetes – causas

A disfunção metabólica é a principal causa de muitas doenças crônicas, que incluem a obesidade, diabetes, doenças cardíacas, derrame cerebral e demência.

 

Há um maior número de evidências de que uma série de consequências da má saúde metabólica afeta mais as mulheres do que os homens.

 

Mulheres e diabetes – tendências

As estatísticas mostram que, aos 45 anos, as mulheres têm mais probabilidade do que os homens de apresentarem sobrepeso ou obesidade, um fator de risco significativo para a diabetes. As mulheres também têm maior probabilidade de terem maior resistência à insulina ao longo da vida.

 

Vários fatores são responsáveis ​​por essas diferenças, incluindo genética, distribuição de gordura corporal (especialmente cintura), IMC – índice de massa corporal, histórico de diabetes gestacional e o equilíbrio dos hormônios sexuais.

 

Mulheres e diabetes – estudos

Estudos mostram que as mulheres também têm maior probabilidade de ter distúrbios do sono e insônia, bem como níveis mais elevados de estresse, todos associados a um risco aumentado de doenças metabólicas.

 

Além disso, muitos problemas que afetam a saúde das mulheres podem ter raízes no descontrole do açúcar no sangue e na resistência à insulina. Isso inclui a síndrome do ovário policístico (SOP), infertilidade, disfunção menstrual, sintomas da menopausa, controle de peso e até mesmo saúde da pele.

 

Analisamos as muitas maneiras pelas quais a saúde metabólica afeta diretamente a saúde das mulheres.

 

Mulheres e diabetes – SOP e infertilidade

A Síndrome do Ovário Policístico – SOP é uma das principais causas de infertilidade feminina, e as mulheres com SOP têm maior probabilidade de serem resistentes à insulina e de desenvolverem diabetes.

 

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a SOP afeta de 6 a 12% das mulheres em idade reprodutiva. A causa exata da SOP é desconhecida, mas uma mistura de genética e estilo de vida pode desempenhar um papel importante.

 

A SOP é uma condição de desequilíbrio hormonal, então os sintomas variam bastante. Eles podem incluir ciclos menstruais irregulares, obesidade, infertilidade, níveis aumentados de hormônios masculinos, cabelo ralo no couro cabeludo, excesso de pelos no corpo, acne e muitos folículos ou acúmulos de células que envolvem o fluido nos ovários.

 

 

Mulheres e SOP – pesquisas

Além disso, a SOP tem consequências metabólicas: pesquisas mostram que até 70 por cento das mulheres com SOP têm resistência à insulina.

 

O CDC relata que mais da metade das mulheres com SOP desenvolvem diabetes tipo 2 ao redor dos 40 anos.

 

Embora não esteja totalmente claro porque a resistência à insulina afeta tantas mulheres com SOP, ela provavelmente envolve uma combinação de fatores genéticos, alimentação e estilo de vida.

 

Mulheres e diabetes – como altos níveis de insulina afetam a SOP e a infertilidade?

O excesso de insulina no corpo estimula as células da teca dos ovários a produzirem hormônios “masculinos” em excesso (chamados andrógenos), incluindo testosterona, o que leva a muitos dos sintomas de infertilidade semelhante à da SOP e ao crescimento de cabelo.

 

Algumas pesquisas mostram que mulheres com SOP e altos níveis de andrógenos têm níveis mais altos de glicose no sangue do que mulheres com SOP que têm níveis mais baixos de andrógenos.

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Mulheres e diabetes – SOP e o que você pode fazer?

A boa notícia é que mudanças na dieta e no estilo de vida podem fazer a diferença para muitas mulheres.

 

Um estudo mostrou que 24 semanas com uma dieta de baixo índice glicêmico melhorou a sensibilidade à insulina e reduziu a insulina de jejum para mulheres com SOP. Outros estudos demonstraram efeitos semelhantes.

 

Mulheres e diabetes – o ciclo menstrual e a glicose no sangue

As flutuações nos hormônios estrogênio e progesterona durante o ciclo menstrual afetam o metabolismo da glicose e a sensibilidade à insulina.

 

Os pesquisadores acreditam que o estrogênio promove maior sensibilidade à insulina, enquanto a progesterona leva a uma maior resistência à insulina.

 

Menstruação

O ciclo menstrual tem duas fases: a folicular, ou fase de pré-ovulação, e a lútea, ou fase de pós-ovulação.

 

A segunda fase, a lútea é caracterizada pelo aumento de estrogênio e progesterona, à medida que o corpo se prepara para a fertilização e, em seguida, uma queda de ambos os hormônios antes da menstruação, se não ocorrer a fertilização.

 

A fase inicial, a folicular geralmente apresenta níveis mais baixos de progesterona e aumento do estrogênio no final.

 

Menstruação e resistência à insulina

Estudos mostram que as concentrações de glicose tendem a ser maiores na fase lútea do que na fase folicular, pois os níveis mais elevados de progesterona diminuem a sensibilidade à insulina.

 

Redução na sensibilidade da insulina significa que a insulina não é tão eficiente na eliminação da glicose do sangue, levando a níveis mais elevados. Pode ser chamada de aumento de resistência à insulina.

 

Por outro lado, o estrogênio tem muitos efeitos metabólicos benéficos, incluindo melhora da sensibilidade à insulina e redução da gordura visceral nas mulheres.

 

Glicemia e menstruação – estudos

Alguns estudos também descobriram que os níveis de insulina em jejum aumentam antes da ovulação, atingindo o pico durante a fase lútea, o que ajuda a demonstrar a menor sensibilidade à insulina durante a fase lútea.

 

Mulheres e diabetes – menstruação e o que fazer

Faz sentido evitar alimentos ricos em carboidratos e, em vez disso, focar nos ingredientes de baixo índice glicêmico durante a fase lútea para minimizar os níveis elevados de açúcar no sangue e picos.

 

Mulheres e diabetes – a menopausa

Pesquisas demonstraram uma relação entre níveis elevados de açúcar no sangue e menopausa. A diabetes e a resistência à insulina parecem piorar os seus sintomas.

 

Até 80 por cento das mulheres que passam pela menopausa natural apresentam ondas de calor e cerca de 30 por cento afirmam ter sintomas frequentes ou graves.

 

O termo médico para ondas de calor é episódios vasomotores, uma vez que a contração e a dilatação dos vasos sanguíneos parecem desempenhar um papel importante neste fenômeno.

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Diabetes e menopausa – estudos

Pesquisas demonstram que as mudanças ovarianas no início da menopausa que causam quedas no estrogênio são a causa das ondas de calor.

 

Vários estudos extensos sugerem uma ligação entre a incidência e a gravidade das ondas de calor e descontrole da glicose.

 

Por exemplo, um estudo que acompanhou cerca de 150.000 mulheres na pós-menopausa por mais de 20 anos descobriu que ondas de calor e suores noturnos estavam associados a um risco 18% maior de diabetes.

 

Outro estudo analisando mais de 3.000 mulheres por oito anos encontrou ondas de calor associadas à maior resistência à insulina e níveis de glicose em jejum. Mulheres na pós-menopausa também apresentam maior incidência de síndrome metabólica.

 

Diabetes na menopausa – causas

Existem várias teorias para a interação entre a saúde metabólica e os sintomas da menopausa. Após a menopausa, as mulheres enfrentam um aumento significativo da obesidade central, resistência à insulina e dislipidemia, altos níveis de gordura no sangue que é caracterizada por colesterol alto e triglicerídeos, todos componentes de síndrome metabólica.

 

A diminuição do estrogênio na menopausa também tem amplos efeitos metabólicos.

 

Outra teoria cita o sistema nervoso autônomo, que regula muitas coisas que seu corpo faz “automaticamente”, como batimentos cardíacos, respiração e digestão.

 

O sistema nervoso autônomo controla também a temperatura corporal e a regulação da glicose. Durante uma onda de calor, a temperatura da pele aumenta e depois cai rapidamente quando o corpo começa a liberar calor.

 

Os pesquisadores creem que as mudanças no sistema autônomo durante as ondas de calor também estão associadas ao aumento da glicose e à diminuição da produção de insulina.

 

Outro fator considerado é que as ondas de calor podem atrapalhar o sono. Uma pesquisa descobriu que não dormir o suficiente ou ter uma um sono de má qualidade pode prejudicar a capacidade do corpo de processar a glicose de forma eficaz.

 

Finalmente, outra hipótese sugere que as ondas de calor na menopausa resultam de uma escassez de energia no cérebro causada por menos glicose cruzando a barreira hematoencefálica, talvez um efeito da redução dos níveis de estrogênio.

 

Mulheres e diabetes – o que fazer na menopausa

Se o risco de síndrome metabólica aumentar após a menopausa, manter níveis saudáveis ​​de glicose antes e depois dela pode reduzir esse risco e ajudar a diminuir a gravidade das ondas de calor durante a menopausa.

 

Mulheres e diabetes – a saúde da pele e sua relação com a glicemia

Muitos fatores contribuem para problemas comuns de pele, como rugas e acne.  Para as rugas, isso inclui o afinamento das camadas da pele e uma diminuição do colágeno e da elastina, e para a acne, inclui a produção excessiva de óleo.

 

Pesquisas sugerem que o excesso de açúcar pode desempenhar um papel nesses mecanismos.

 

Mulheres e diabetes – rugas e glicose no sangue

O excesso de glicose circulando na corrente sanguínea pode levar a um processo chamado glicação, no qual uma molécula de glicose se liga a proteínas, gorduras ou ao DNA em uma célula.

 

Essas ligações formam produtos finais que podem danificar as células por meio de processos como inflamação e estresse oxidativo. Todos nós acumulamos essas ligações à medida que envelhecemos, mas o excesso de açúcar (e outros fatores de estilo de vida, como fumar) podem acelerar esse acúmulo.

 

O problema da glicação da pele é que ela altera a função normal do colágeno. O colágeno é uma proteína que desempenha um papel vital na estrutura e resiliência da pele. Também ajuda a estruturar os vasos sanguíneos, razão pela qual o excesso dessas ligações de glicose também pode levar a problemas vasculares.

 

A glicação prejudica o funcionamento do colágeno de várias maneiras: aumentando a rigidez da pele, dificultando a ação do colágeno nas células próximas e tornando mais difícil a geração de colágeno “novo” em substituição a um mais antigo.

 

Como o colágeno tem uma taxa de renovação lenta, as consequências do colágeno com glicose podem durar anos.

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Mulheres e diabetes – acne e glicose no sangue

Quando se trata de acne, há um conjunto de evidências que mostra correlações de sua incidência com o nível elevado de açúcar no sangue.

 

Dietas com alto índice glicêmico podem levar ao excesso de insulina e a um hormônio relacionado chamado fator de crescimento semelhante à insulina-1 (IGF-1), que pode estimular as glândulas ao redor dos folículos capilares a produzirem óleo, o que contribui para o surgimento da acne.

 

Além disso, uma dieta típica rica em glicose e frutose, e o consumo de laticínios e carne, podem ativar um grupo de proteínas conhecido como via de sinalização mTOR, que também estimulam o surgimento de acne por meio de hormônios e produção de óleo.

 

O que fazer para evitar acne

Pesquisas mostram que as dietas de baixo índice glicêmico podem ajudar no envelhecimento da pele e na acne.

 

Um estudo descobriu que mudanças na dieta ao longo de quatro meses podem reduzir o colágeno glicado em 25% em pessoas com diabetes.

 

E um estudo de 2012 sobre acne e dieta descobriu que comer alimentos com baixo índice glicêmico (em comparação com alimentos com alto teor de carboidratos) durante dez semanas resultou em bem menos acne e menos proteínas que ativam a produção de óleo na pele.

 

Mulheres e diabetes: obesidade

Aos 45 anos, as mulheres são mais propensas a ter sobrepeso ou obesidade do que os homens, e a resistência à insulina desempenha um papel significativo na obesidade. Diferenças hormonais também podem ser um fator.

 

Vários fatores desempenham um papel no ganho de peso nas mulheres, incluindo hormônios que tornam mais difícil para elas perderem peso com a idade, bem como os efeitos da gravidez e da menopausa. A desregulação do açúcar no sangue também desempenha um papel importante.

 

Insulina e gordura corporal

A insulina é um fator crucial no armazenamento de gordura do corpo. O hormônio permite que as células absorvam glicose para obter energia. Quando há um excesso de glicose na corrente sanguínea, seus níveis aumentados sinalizam ao corpo para armazená-la, primeiro no fígado e depois como células de gordura ao redor do corpo.

 

Quando não estamos comendo, os níveis de insulina caem, sinalizando ao corpo que ele deve queimar a energia armazenada, começando com o excesso de glicose no sangue, depois a glicose armazenada no fígado e finalmente a gordura. Porém, quando os níveis de insulina permanecem altos, o corpo não sinaliza adequadamente que a gordura deverá ser usada como fonte de energia. Ou seja, a insulina evita a queima de gordura.

 

Glicemia pós-prandial em homens e mulheres

Uma pesquisa mostra que os alimentos podem afetar a resposta glicêmica (o efeito que uma refeição tem sobre os níveis de açúcar no sangue) em homens e mulheres de forma diferente.

 

Ele analisou como os carboidratos afetaram a resposta glicêmica pós-refeição em homens e mulheres. Descobriu-se que comer mais carboidratos em uma refeição aumentou a resposta da glicose em ambos os sexos.

 

Eles também avaliaram como a ingestão de gordura em uma refeição afeta os níveis de glicose pós-refeição e encontraram resultados diferentes entre homens e mulheres.

 

Nas mulheres, o aumento da gordura na refeição levou a valores de glicose mais elevados e duradouros, com um retorno mais lento aos níveis de glicose pré-refeição.

 

Mulheres e diabetes – obesidade e hormônios

O equilíbrio dos hormônios específicos do sexo desempenha um papel essencial no metabolismo energético e na composição corporal. Curiosamente, enquanto os níveis mais baixos de testosterona estão associados a um risco maior de diabetes em homens, a testosterona elevada em mulheres aumenta esse risco.

 

A testosterona parece contribuir para a obesidade nas mulheres, mas não nos homens, e a redução dos andrógenos nas mulheres aumenta a sensibilidade à insulina, justamente o oposto do que vemos nos homens. Em ratos, a testosterona demonstrou prejudicar a captação de glicose.

 

As mulheres têm flutuações muito mais dramáticas nos hormônios e na massa corporal ao longo da vida devido a fatores reprodutivos.

 

Como a expectativa de vida tem aumentado nas últimas décadas, as mulheres passam agora por várias décadas com a diminuição do estrogênio, enfrentando esse desafio de saúde sem a proteção desse hormônio.

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Mulheres e diabetes – o que fazer na obesidade

Dados os múltiplos fatores potenciais da obesidade para as mulheres ao longo da vida, uma das melhores maneiras de manter um peso saudável é desenvolver o hábito de focar em níveis estáveis de glicose.

 

A consciência das escolhas ideais de dieta e estilo de vida para manter a glicose em uma faixa saudável e estável pode ser especialmente importante à medida que os desafios metabólicos aumentam após a menopausa.

 

Mulheres e diabetes – demência

As mulheres têm maior probabilidade de sofrer de demência. Embora muitos fatores possam influenciar esse desfecho, estudos mostram que pessoas com alto nível de açúcar no sangue têm um risco maior de terem Alzheimer, demência e deficiência cognitiva.

 

Em todo o mundo, o número de mulheres com demência é duas vezes o número de homens. De acordo com a Associação Americana de Alzheimer, as mulheres são quase dois terços de todos os casos.

 

Mulheres vivem mais do que os homens, o que torna mais provável que cheguem a idades que as colocam em maior risco. Mas também existem razões metabólicas relacionadas à saúde.

 

Mulheres e demência – estudos

Por exemplo, um estudo descobriu que pessoas com pré-diabetes têm um risco 1,5 vezes maior de demência vascular ou disfunção cognitiva relacionada à redução do fluxo sanguíneo para o cérebro.

 

Essa conclusão se manteve mesmo quando os pesquisadores afastaram fatores de risco como IMC, tabagismo e o uso de certos medicamentos.

 

Em outro estudo que analisou mais de 80.000 pessoas com mais de 60 anos, os pesquisadores descobriram que a síndrome metabólica aumentou o risco de desenvolver a doença de Alzheimer em 11 vezes.

 

Um estudo com 15 anos de duração específico para mulheres mais velhas e publicado na revista Diabetes encontrou alta resistência à insulina associada a um maior risco de disfunção cognitiva. Outro estudo do mesmo grupo demográfico determinou que a síndrome metabólica está ligada a um risco aumentado de comprometimento cognitivo em mulheres mais velhas de 66%.

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Mulheres e diabetes e demência – causas

A primeira teoria que liga saúde metabólica e demência tem a ver com inflamações. Em pessoas com Alzheimer, uma proteína chamada beta-amilóide se acumula no cérebro, desencadeando uma resposta imunológica do corpo, resultando em inflamação. Essa resposta inflamatória pode causar degeneração neurológica.

 

A síndrome metabólica também causa inflamação, que pode agravar a doença de Alzheimer.

 

Além disso, os receptores de insulina no cérebro relacionados à memória podem ser prejudicados pela resistência à insulina e, consequentemente, contribuir para o Alzheimer.

 

Outra teoria envolve danos à barreira hematoencefálica. A síndrome metabólica é conhecida por contribuir para o estresse oxidativo, no qual os radicais livres podem danificar as células. O estresse oxidativo e o excesso de glicose e gorduras podem contribuir para a disfunção vascular e romper a barreira hematoencefálica, responsável por controlar quais moléculas se movem da corrente sanguínea para o cérebro.

 

Quando essa barreira é danificada, mais células inflamatórias e patógenos podem passar, levando à inflamação neurológica, que causa a demência.

 

Finalmente, a disfunção na produção de energia das células em nossos corpos, está envolvida no desenvolvimento da resistência à insulina. A disfunção mitocondrial também é uma característica significativa da doença de Alzheimer, e esse processo compartilhado provavelmente é responsável pela ligação entre essas condições.

 

Mulheres e demência – o que fazer

Manter níveis saudáveis ​​de glicose e insulina pode ser uma ferramenta essencial para proteger o cérebro.

 

Na verdade, os pesquisadores concluíram que suas descobertas sugerem que uma proporção significativa de casos de demência em mulheres pode ser evitada pelo controle eficaz do equilíbrio da produção e uso da insulina.

 

Leve com você

As mulheres estão mais sujeitas às complicações da diabetes e as de outras síndromes metabólicas pelas grandes transformações hormonais com que lidam durante as suas vidas.

 

Acompanhar de perto a glicemia e adotar um modo de vida que busque um maior equilíbrio glicêmico, assim como exercícios adequados e um bom sono podem ser fundamentais para evitar essas complicações.

 

Esperamos ter ajudado. Paz e saúde!

 

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Fontes

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